Author Archive serenpid

Byserenpid

Crescimento do Turismo de Sintra e Portugal

Portugal tem cada dia mais turistas estrangeiros e Sintra, que é referencia para gerações de poetas não foge à regra. As visitas ao Palácio da Pena, Quinta da Regaleira, Castelo dos Mouros e Palácio Nacional de Sintra crescem todos os anos e o número dos que vêm só visitar a vila e não entram nos monumentos, também.
     
As estatísticas indicam um aumento anual de 20% de visitantes nos últimos 3 anos. Visitantes de todas as faixas etárias, que chegam em grupos de amigos ou em família, curiosos para descobrir esta vila Patrimonio da Humanidade, descrita por ilustres poetas – como por exemplo Lord Byron- como o sitio mais bonito do Planeta.
As estatísticas são as das entradas nos palácios e monumentos da vila, explorados pela empresa Estatal a “Parques de Sintra“, que tem a seu cargo a gestão de alguns dos monumentos mais famosos do mundo, tendo recebido nos últimos anos as mais honrosas distinções a nível mundial, como por exemplo o World Travel Award de “Melhor Empresa do Mundo em Conservação” pelo quinto ano consecutivo em 2017.
Esta empresa gere o Palácio da Pena – O mais visitado, com 1,3 milhões de visitas em 2016; o Castelo dos Mouros,
 sobranceiro à Vila de Sintra; o Chalet da Condessa d”Edla, junto à Pena; o Palácio Nacional de Sintra, no centro histórico da vila; o Palácio Nacional de Queluz; o Parque e Palácio de Monserrate, e o Convento dos Capuchos, este já a caminho da ponta mais a oeste do Continente Europeu,o Cabo da Roca. Ao todo, em 2016, a Parques de Sintra vendeu mais de 2,6 milhões de entradas para o conjunto dos seus parques e monumentos.
Em 2017, as visitam cresceram uma vez mais e atingiram 3,2 milhões de visitantes.
Das 500 mil entradas vendidas em 2007, aos 3,2 milhões de visitantes registados em Novembro de 2017, o crescimento na última década foi exponencial, com seis vezes mais entradas em 2017 do que ha 10 anos atrás.
No entanto os visitantes da Vila de Sintra, ou seja, aqueles que foram apenas em passeio, beber um café ou comer uma queijada
 sem visitar os palácios, ascenderam a numeros mais elevados, como por foi o caso da famosa estimativa dos seis milhões de pessoas em 2017.
O peso do número de visitantes estrangeiros (82,19%) em relação aos portugueses (17,81%) nos parques e monumentos da Parques de Sintra também não deixa duvidas da dimensão e do alcance do turísmo em Portugal nos últimos anos.
Crescimento do Turismo na Economia: O turismo transformou-se, nos últimos anos, no principal sector dinamizador da economia Portuguesa. Segundo os dados da Conta Satélite do Turismo do INE, o turismo já cresce quatro vezes mais depressa do que a própria economia e representa 7% do PIB e mais de 9% do emprego.

Byserenpid

Food Tuk | Street Food em Portugal

O Mercado Street Food em Portugal

Street Food não é apenas um Tuk Tuk com balcão, ou mais uma franquia servindo a mesma coisa.

Street food é um Novo Mercado, com potencial de receita anual de 2.5 milhões € e que pode crescer de 20% ano, são números um tanto quanto interessantes.

Determinados conceitos nascem do restaurante tradicional e acabam por se manifestar no Street Food, já
outros conceitos evoluem do Street Food para o restaurante tradicional, e nessa troca de informações este novo e interessante mercado surge, já a alguns esta atividade é presente em nossas ruas, mas agora com
a conectividade e as redes sociais, o que era apenas um lache se transformou em uma forma de expressão
e de pertencimento, uma identidade.

O Street Food não vende apenas alimento, mas vende tendencia, experiências, sensações e manifestação de estilo,
as tribos são diversas dos tradicionais aos mais inovadores.

Não é atoa que o Street Food conquistou os grandes chefs como Jamie Oliver, e Rick Stein

 

Fonte : Street Food Portugal

 

 

Byserenpid

Tuk Tuk Elétrico

A Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos (APECATE) apura que 50% dos ‘tuk-tuk’ ativos em Lisboa já são elétricos, lei que a Câmara da capital esperava implementar em junho, mas ainda não vigora.

 

No fim do ano passado, a Câmara de Lisboa aprovou a submissão a consulta pública do regulamento municipal respeitante à circulação de veículos turísticos, esperando que os veículos devessem passar a ser elétricos “em meados de 2017”.

Porém, o documento ainda não vigora. A agência Lusa questionou o município sobre quando é que isso poderia acontecer, mas não obteve resposta.

Lusa João Tarrana, afirmou que  “A ideia de junho já passou, as coisas andaram e ainda não se desenrolaram”, Lusa João Tarrana é coordenador do Departamento de Animação Turística com Veículos Motorizados da APECATE.

Na opinião do responsável, “com a chegada do Verão vai ser mais difícil que isso aconteça para breve”.

João Tarrana avançou que, segundo dados da associação, “50% da frota de ‘tuk-tuk’ que andam em Lisboa já são elétricos”, mas “neste momento a única solução é comprar” os veículos já nesta condição.

Segundo o coordenador, o “Instituto da Mobilidade e dos Transportes [IMT] não faz a peritagem” dos veículos que sejam alterados para elétricos, pelo que o problema dos empresários “é depois certificá-los”.

Questionado pela agência Lusa sobre esta questão, o IMT apontou que “no âmbito das suas competências, não utiliza o conceito de peritagem”.

“A alteração do tipo de combustível de qualquer veículo, incluindo a conversão de veículos a gasolina/diesel em elétricos, é uma transformação que carece sempre de aprovação e inspeção por parte dos serviços regionais deste instituto, tendo em vista assegurar que não são alteradas as condições de segurança dos veículos”, acrescenta.

O organismo refere ainda que esta inspeção pode ser efetuada “nas instalações de centros de inspeção”, uma vez que “não existe impedimento por parte do IMT à aprovação de qualquer transformação, desde que as mesmas cumpram o que regulrmentarmente se encontrar estabelecido”.

Na lista de preocupações da APECATE estão também os pontos de carregamento.

Não temos sítios para carregar os ?tuk-tuk’, especialmente nos pontos onde há paragens obrigatórias”, referiu João Tarrana, dando como exemplo a Praça dos Restauradores.

A APECATE já havia solicitado à Câmara de Lisboa para que as muitas entidades relacionadas à este assunto se sentassem à mesa para o debater, o que não aconteceu.

“Fomos recebidos por todos [os partidos políticos], menos pelos vereadores que promoveram o regulamento”, apontou, acrescentando que o grupo de trabalho que a associação sugeriu que fosse criado não chegou a ser uma realidade.

Na opinião de João Tarrana, deveria ser criada uma “vereação específica, dada a importância do setor e a necessidade de ordenamento que existe, especialmente nesta parte da animação turística com veículos”.

Quem ocupasse este cargo deveria agir como “um interlocutor”, que “desse respostas aos operadores”, advogou o responsável.

A Lusa colocou várias questões à Câmara de Lisboa sobre este assunto, mas após várias insistências o município apenas referiu que está a “finalizar as conclusões do relatório da consulta pública do Regulamento Municipal Respeitante à Circulação de Veículos Afetos à Atividade de Animação Turística”.

Assim, o município considerou “prematuro estar a adiantar informação que neste documento constará”.

 

Este Artigo encontra-se originalmente na pagina de Observador

Byserenpid

Sintra Portugal

Sintra, apos ter passado por várias grafias em latim e em português, recebeu em finais do século XVI / inícios do século XVII, nomenclatura escrita com ‘C’: Cintra.

 



A modificação deveu-se ao período em que eram fomentados os templos de Sintra ao Sol e à Lua, sob forte influência da poesia da época relacionada à deusa Cynthia – Artemisa (Grécia); Diana (Império Romano); Cynthia por (segundo a mitologia) ter nascido no Monte Kynthos, na Grécia -, aliando-a à Serra.

Assim, ao longo – principalmente – dos séculos XVII, XVIII, e XIX, os historiadores – ou autores ligados aos factos históricos – diziam que Cintra era a corrupção do nome Cynthia – que supunham ter sido atribuído à Serra de Sintra.

Com o aprimorar dos estudos históricos – principalmente – no século XIX, os mesmos historiadores foram deparando cada vez mais com referências arcaicas do Reino de Portugal, em que em português e latim os termos utilizados para o termo que nomeia a Serra.

Por um lado, num exuberante patrimônio natural, sobretudo orográfico – que faz de Sintra um local com características de “micro-clima” – e, por outro, numa intensa, precoce e contínua ocupação humana deste território que teve o seu início há vários milênios. Esta ocupação linear no tempo histórico concretizou-se com a particularidade adveniente de se ter realizado numa paisagem geográfica, climática, botânica e zoológica única como a de Sintra que, ao longo dos séculos, sempre foi encontrando eco nas diversas conjunturas diacrônicas que a história das mentalidades e das sensibilidades tem fixado.

E assim que, hoje, podemos achar em Sintra e no seu significado envolvente uma vila cultural em que de quase todas as eras da história portuguesa é possível encontrar testemunhos e, não obstante, com tamanho e efeito que chegou a ultrapassar, pela sua relevância, as fronteiras deste território.

Eis, pois, Sintra, cuja  sua mais antiga forma medieval, a saber, Suntria, apontará para o radical Indo-Europeu “astro luminoso”, “Sol”.Tal qual é seu brilho dentre as cidades de Portugal.

pt_PTPortuguese (Portugal)
en_GBEnglish (UK) pt_PTPortuguese (Portugal)