Ago Dezembro 2017

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Tuk Tuk Elétrico

A Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos (APECATE) apura que 50% dos ‘tuk-tuk’ ativos em Lisboa já são elétricos, lei que a Câmara da capital esperava implementar em junho, mas ainda não vigora.

 

No fim do ano passado, a Câmara de Lisboa aprovou a submissão a consulta pública do regulamento municipal respeitante à circulação de veículos turísticos, esperando que os veículos devessem passar a ser elétricos “em meados de 2017”.

Porém, o documento ainda não vigora. A agência Lusa questionou o município sobre quando é que isso poderia acontecer, mas não obteve resposta.

Lusa João Tarrana, afirmou que  “A ideia de junho já passou, as coisas andaram e ainda não se desenrolaram”, Lusa João Tarrana é coordenador do Departamento de Animação Turística com Veículos Motorizados da APECATE.

Na opinião do responsável, “com a chegada do Verão vai ser mais difícil que isso aconteça para breve”.

João Tarrana avançou que, segundo dados da associação, “50% da frota de ‘tuk-tuk’ que andam em Lisboa já são elétricos”, mas “neste momento a única solução é comprar” os veículos já nesta condição.

Segundo o coordenador, o “Instituto da Mobilidade e dos Transportes [IMT] não faz a peritagem” dos veículos que sejam alterados para elétricos, pelo que o problema dos empresários “é depois certificá-los”.

Questionado pela agência Lusa sobre esta questão, o IMT apontou que “no âmbito das suas competências, não utiliza o conceito de peritagem”.

“A alteração do tipo de combustível de qualquer veículo, incluindo a conversão de veículos a gasolina/diesel em elétricos, é uma transformação que carece sempre de aprovação e inspeção por parte dos serviços regionais deste instituto, tendo em vista assegurar que não são alteradas as condições de segurança dos veículos”, acrescenta.

O organismo refere ainda que esta inspeção pode ser efetuada “nas instalações de centros de inspeção”, uma vez que “não existe impedimento por parte do IMT à aprovação de qualquer transformação, desde que as mesmas cumpram o que regulrmentarmente se encontrar estabelecido”.

Na lista de preocupações da APECATE estão também os pontos de carregamento.

Não temos sítios para carregar os ?tuk-tuk’, especialmente nos pontos onde há paragens obrigatórias”, referiu João Tarrana, dando como exemplo a Praça dos Restauradores.

A APECATE já havia solicitado à Câmara de Lisboa para que as muitas entidades relacionadas à este assunto se sentassem à mesa para o debater, o que não aconteceu.

“Fomos recebidos por todos [os partidos políticos], menos pelos vereadores que promoveram o regulamento”, apontou, acrescentando que o grupo de trabalho que a associação sugeriu que fosse criado não chegou a ser uma realidade.

Na opinião de João Tarrana, deveria ser criada uma “vereação específica, dada a importância do setor e a necessidade de ordenamento que existe, especialmente nesta parte da animação turística com veículos”.

Quem ocupasse este cargo deveria agir como “um interlocutor”, que “desse respostas aos operadores”, advogou o responsável.

A Lusa colocou várias questões à Câmara de Lisboa sobre este assunto, mas após várias insistências o município apenas referiu que está a “finalizar as conclusões do relatório da consulta pública do Regulamento Municipal Respeitante à Circulação de Veículos Afetos à Atividade de Animação Turística”.

Assim, o município considerou “prematuro estar a adiantar informação que neste documento constará”.

 

Este Artigo encontra-se originalmente na pagina de Observador

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Sintra Portugal

Sintra, apos ter passado por várias grafias em latim e em português, recebeu em finais do século XVI / inícios do século XVII, nomenclatura escrita com ‘C’: Cintra.

 



A modificação deveu-se ao período em que eram fomentados os templos de Sintra ao Sol e à Lua, sob forte influência da poesia da época relacionada à deusa Cynthia Atributos da página Artemisa (Grécia); Diana (Império Romano); Cynthia por (segundo a mitologia) ter nascido no Monte Kynthos, na Grécia -, aliando-a à Serra.

Assim, ao longo Atributos da página principalmente Atributos da página dos séculos XVII, XVIII, e XIX, os historiadores Atributos da página ou autores ligados aos factos históricos Atributos da página diziam que Cintra era a corrupção do nome Cynthia Atributos da página que supunham ter sido atribuído à Serra de Sintra.

Com o aprimorar dos estudos históricos Atributos da página principalmente Atributos da página no século XIX, os mesmos historiadores foram deparando cada vez mais com referências arcaicas do Reino de Portugal, em que em português e latim os termos utilizados para o termo que nomeia a Serra.

Por um lado, num exuberante patrimônio natural, sobretudo orográfico Atributos da página que faz de Sintra um local com características de Página superior:micro-clima” Atributos da página e, por outro, numa intensa, precoce e contínua ocupação humana deste território que teve o seu início há vários milênios. Esta ocupação linear no tempo histórico concretizou-se com a particularidade adveniente de se ter realizado numa paisagem geográfica, climática, botânica e zoológica única como a de Sintra que, ao longo dos séculos, sempre foi encontrando eco nas diversas conjunturas diacrônicas que a história das mentalidades e das sensibilidades tem fixado.

E assim que, hoje, podemos achar em Sintra e no seu significado envolvente uma vila cultural em que de quase todas as eras da história portuguesa é possível encontrar testemunhos e, não obstante, com tamanho e efeito que chegou a ultrapassar, pela sua relevância, as fronteiras deste território.

Eis, pois, Sintra, cuja  sua mais antiga forma medieval, a saber, Suntria, apontará para o radical Indo-Europeu “astro luminoso”, “Sol”.Tal qual é seu brilho dentre as cidades de Portugal.

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